quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SIM, EU ASSISTO DESENHO ANIMADO !

Bom, Fiquei uns dias em casa e pude matar as saudades dos meus tempos de criança, matar as saudades do desenho animado " Caverna do Dragão ". Na epôca eu não entendia muito bem o porquê que as crianças não conseguiam voltar para casa...Eis a história:


HISTÓRIA

Caverna do Dragão, ou Dungeons and Dragons, foi um desenho animado criado em 1983, nos Estados Unidos, baseado no RPG de mesmo nome, que fazia muito sucesso na época. O público americano adorou a idéia e a história se repetiu aqui no Brasil quando a Rede Globo de Televisão passou a exibir os episódios nas manhãs de domingo. Apesar do grande sucesso, a série só teve três temporadas e foi deixada de lado sem explicação. Breve estaremos falando sobre os boatos de um possível novo ano da série.


ENREDO

Durante um passeio no novo parque de diversões da cidade um grupo de crianças resolve entrar em um novo brinquedo chamado Caverna do Dragão (Dungeons and Dragons), uma espécie de trem fantasma. O problema é que o brinquedo é na verdade uma passagem interdimensional que leva os garotos a um mundo onde existem guerreiros, dragões, magos, etc. Chegando lá eles são recepcionados pelo Mestre dos Magos (Dungeon Master) que os ajuda, entregando armas mágicas para que eles se defendessem dos muitos perigos do local, como o Vingador e Tiamat. A série gira em torno da busca do "caminho para casa" pelos heróis. Ai existem dois problemas: eles teriam que deixar Uni, a unicórnio de Bobby, e todas as armas mágicas para trás. Não poderiam levá-los para a Terra.


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

UMA PORTAGEM DE MAKTUB PARA REFLEXÃO...( i ).

DOS SINAIS

Os sinais da vida são como os sinais de transito: por via das dúvidas, é melhor respeita-los.
Há momentos de parar, e momentos de seguir adiante. Quando estamos perdidos, seguimos o fluxo - mas prestando atenção em alguma coisa que irá nos indicar a direcção certa. Quando é proibido seguir adiante, sempre existe um caminho para contornar o obstáculo.
Mas - como também acontece com os sinais de transito - muitas vezes achamos que tal indicação não serve para nada; e não obedecemos. Furamos o sinal vermelho uma vez, outra vez, sem que aconteça nada. E acostumamo-nos a agir assim - até que um dia...
Por isso, atenção. Não seja imprudente com os seus sonhos. Não use sua sorte em bobagens

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

DIÁRIO DE ADOLESCENTE....

Dia desses, arrumando meu armário, me deparei com diários antigos, dos tempos da minha adolescência....Ri muito...cada coisa hilária, códigos, apelidos...Cada uma...Mas também existem coisas interessantes, pensei em jogar tudo fora, mas achei melhor guardar para posteridade, Sei lá, vai que um dia eu resolva escrever minhas Memórias?
Inclusive, achei um poema de autor desconhecido que adorava, e que ao reler, vejo que continuo gostando ate hoje...Ei-lo:

ALGUÉM

Alguém chegou de repente, e bateu na minha porta,
Alguém com um sorriso diferente, quem foi? Já não importa,
Alguém que me avisou o dia, em que ia chegar.
Algúem que nem tentou, me impedir de chorar,
Algúem que riu comigo, e que não se esqueceu de mim,
Algúem que foi meu amigo, e me fez sentir assim,
Alguém que foi embora, sem se despedir,
Alguém que até agora, ainda não esqueci.
( Autor Desconhecido.)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

MAIS UM PARA REFLETIR.....

" Só passarei por este mundo uma vez, Assim, todas as boas ações que possa praticar e todas as gentilezas que possa dispensara qualquer ser humano, Devo aproveitar este momento para faze-lo.
Não devo adia-las e nem esquecer-me delas, Pois não voltarei a passar por este caminho"

Esta passagem recebi como lembraça de um amigo de Campos do Jordão...Adorei.
É uma liçãp e tanto!

sábado, 29 de agosto de 2009

A MORENINHA

Este poema recebi como comentário de um amigo meu do Badoo...Amei!

Tu és meiga, és inocente

Como a rôla que contente
Voa e folga no rosal;
Envolta nas simples galas,
Na voz, no riso, nas falas,
Morena - não tens rival!

Tu, ontem, vinhas do monte
E paraste ao pé da fonte
À fresca sombra do til;
Regando as flores, sozinha,
Nem tu sabes, Moreninha,
O quanto achei-te gentil!

Depois segui-te calado
Como o pássaro esfaimado
Vai seguindo a juriti;
Mas tão pura ias brincando, pelas pedrinhas saltando,
Que eu tive pena de ti!
E disse então: - Moreninha,
Se um dia tu fores minha,
Que amor, que amor não terás!
Eu dou-te noites de rosas
Cantando canções formosas
Ao som dos meus ternos ais.

Morena, minha sereia,
Tu és a rosa da aldeia,
Mulher mais linda não há:
Ninguém t'iguala ou t'imita
Co'as tranças presas na fita,
Co'as flores no samburá!

Tu és a deusa da praça
E todo o homem que passa
Apenas vin-te... parou!
Segue depois seu caminho
Mas vai calado e sozinho
Porque sua alma ficou!

Tu és bela, Moreninha,
Sentada em tua banquinha
Cercada de todos nós;
rufando a ave no espinheiro
tu soltas também a voz:
- Oh! Quem me compra estas flores?
São lindas como ao amores
"Tão velas não há assim;
"Foram banhadas de orvalho,
"São flores do meu serralho,
"Colhi-as no meu jardim. " -

Morena, minha Morena,
És bela, mas não tens pena
De quem morre de paixão!
- Tu vendes flores singelas
E guardas as flores belas,
As rosas do coração?!...

Moreninha, Moreninha,
Tu és das belas rainha,
Mas nos amores és má;
- Como tu ficas bonita
Co'as tranças presas na fita,
Co'as flores no samburá!

Eu disse então: - Meus amores,
"Deixa mirar tuas flores,
Deixa perfumes sentir! "
Mas naquele doce enleio,
Em vez das flores, no seio,
No seio te fui bulir!

Como nuvem desmaiada
Se tinge de madrugada
Ao doce albor da manhã;
Assim ficaste, querida,
A face em pejo acendida,
Vermelho como a romã!

Tu fugiste, feiticeira,
E decerto mais ligeira
Qualquer gazela não é;
Tu ias de saia curta...
Saltando a moita de murta
Mostraste, mostraste o pé!

Ai! Morena, ai! Meus amores,
Eu quero comprar-te as flores, /mas dá-me um beijo também;
Que importam rosas do prado
Sem o sorriso engraçado
Que a tua boquinha tem!...

Apenas vi-te, sereia,
Chamei-te - rosa da aldeia -
Como mais linda não há.
- Jesus! Como eras bonita
Co'as tranças presas na fita,
Co'as flores no samburá!

PRIMEIRA SEDE

A primeira sede do Vasco ficava num barracao na Ilha das Moças (ja' desaparecida, aterrada para a construcao do atual Cais do Porto). Um ano depois da sua fundacao, o clube quase acabou quando, devido a uma polemica em torno de uma possivel transferencia da sede para a Praia de Botafogo, o seu primeiro presidente, Francisco Goncalves do Couto Junior, renunciou e fundou o C.R. Guanabara, levando consigo a diretoria e todo o material que lhes pertencia, incluindo barcos e os uniformes, e deixando o clube na penuria. Mas o Vasco nao so' sobreviveu, como estava destinado a glorias que seus fundadores nem nos seus sonhos mais delirantes poderiam vislumbrar.

O SIMBOLISMO DA CRUZ DE MALTA

A guisa de curiosidade, vale mencionar o duplo erro de interpretacao que foi cometido na adocao da Cruz de Malta como simbolo do Vasco: o primeiro, heraldico; o segundo, historico. Segundo os manuais de heraldica, a cruz escolhida para o emblema do Vasco e' na realidade chamada de Cruz Patée, ou Pátea, segundo algumas traducoes. A Cruz de Malta possui um formato diferente, no qual cada um dos quatro bracos da cruz e' bifurcado. Mas o fato e' que o Estatuto do Clube sempre utilizou esta designacao para o simbolo que representa o Vasco. Por outro lado, nem uma nem outra cruz nada tem a ver com Portugal e sua historia, e muito menos com o navegador Vasco da Gama. A cruz que as suas naus portavam, assim como todas as caravelas portuguesas, era na realidade a Cruz de Cristo, instituida pelo Rei D. Diniz no seculo XIV, e que era outorgada aos navegadores lusos em reconhecimento aos seus feitos no alem-mar.